Indústria B2B

Tráfego pago para indústrias

Para a fábrica que vende por orçamento, não por preço na página: cotação, comitê, ciclo longo e ticket alto. Campanha montada para varejo não dá conta disso, a conta passa meses otimizando para o lead barato em vez do comprador que fecha pedido. A WM opera indústria com rastreio do clique até o pedido faturado, e com as contas de anúncio no seu nome.

A operação, em número

  • R$ 396 milhões gerados para clientes em 10 anos
  • Dois clientes: R$ 45 mil por mês viram R$ 4,8 milhões
  • Um cliente: R$ 6,8 mil num mês viraram R$ 800 mil

Receita gerada para clientes, nunca verba da agência.

Para quem é

Se a venda começa numa cotação, é desta indústria que o site fala

Equipamento e máquinas, metalurgia e autopeças, embalagem, plástico e químico, alimentos e moveleiro. São setores que já passaram pela mesa da WM. O que define o público aqui não é o produto que sai da linha: é o modelo de venda. Quando a venda é para outra empresa, os problemas de mídia são os mesmos em todos eles.

É para você se

  • Vende para revenda, distribuidor, integrador ou especificador.
  • Trabalha com orçamento sob consulta, lote mínimo e prazo de entrega negociado.
  • A decisão passa por mais de uma pessoa e leva semanas ou meses.
  • Tem representante ou equipe comercial recebendo pedido de cotação.
  • Disputa com importado e precisa defender prazo, assistência técnica e frete.

O que a WM não vende

  • Produção de conteúdo, gestão de redes sociais, blog e assessoria de imprensa. Não está no escopo, para indústria nem para ninguém. É o terreno das agências de inbound, e aceitar isso para fechar contrato só adianta um problema que aparece no terceiro mês.

Se a sua empresa não é indústria, o trabalho é o mesmo e a WM atende: tráfego pago, site, SEO, automação e catálogo valem para qualquer segmento. Muda o vocabulário da campanha, não a operação. Diga o seu caso no WhatsApp.

O que quebra numa conta industrial

A plataforma otimiza para o lead barato. Na indústria, o lead barato não compra.

Google e Meta aprendem com o que você marca como conversão. Se a conversão marcada é "formulário enviado" e a venda só fecha noventa dias depois, a plataforma nunca vê o pedido faturado, e passa a perseguir quem preenche formulário com facilidade. Na indústria, isso é o estudante, o concorrente pesquisando preço e o comprador sem verba aprovada.

O ciclo não cabe na janela de atribuição

Entre o primeiro clique e o pedido faturado passam semanas, às vezes meses. A janela padrão da plataforma fecha muito antes, e o que ela aprende, aprende errado. A conta precisa ser medida no prazo do seu ciclo.

O comprador não é um só

O comprador técnico quer ficha técnica e homologação. O financeiro quer condição e lote mínimo. A revenda quer margem e área definida. O usuário final quer assistência. Jogar os quatro na mesma campanha faz a plataforma escolher o mais barato de converter, que é sempre o que menos compra.

A sazonalidade é do setor, não do calendário

Feira do setor concentra decisão. Safra, obra e ciclo de reposição movem o pedido. Quem não antecipa isso compra mídia cara exatamente na semana em que todo mundo do segmento está comprando.

A disputa com o importado não se ganha no preço

Competir por valor com importação direta é perder. O que fecha é prazo de entrega, assistência técnica no país, peça de reposição e frete, e isso precisa estar no anúncio e na página, não só na reunião com o representante.

Antes de mostrar número

Você provavelmente já contratou agência que sumiu depois do segundo mês

Recebeu relatório com impressão, clique e alcance, não conseguiu ligar nada daquilo a um pedido faturado, e quando pediu acesso descobriu que a conta de anúncio estava no nome da agência. Faz sentido desconfiar do próximo número que aparecer na sua frente, inclusive dos que estão logo abaixo.

Então três perguntas primeiro. Elas valem para qualquer agência que você avaliar:

  • Você sabe qual campanha gerou o seu último pedido faturado?
  • Se encerrar o contrato hoje, o histórico da conta e os públicos ficam com você?
  • Quanto custou, nos últimos doze meses, não saber a resposta das duas primeiras?

Se a resposta das duas primeiras é não, o problema não é o tamanho da verba, é rastreamento e posse dos ativos. É o que a WM arruma antes de mexer em campanha.

Prova

A maior operação da WM é industrial

Não é discurso de especialização recém-montado. O volume que a WM já gerou vem, em sua maior parte, de quem fabrica e distribui equipamento, venda B2B, ciclo longo, ticket alto. É o mesmo problema que a sua fábrica tem.

Histórico: 10 anos

R$ 396 mi

gerados em receita para clientes. A maior parte disso veio de indústria, fabricantes e distribuidores de equipamento de academia.

Escala: dois clientes

R$ 4,8 milhões

por mês, somando duas contas que investem R$ 45 mil, com retorno de ~107x. É o recorte de duas contas, não o retrato da carteira inteira.

Verba menor: um cliente

R$ 800 mil

num mês, a partir de R$ 6,8 mil investidos, com retorno de ~118x. Não existe piso de verba para começar.

São números observados em contas reais, não projeção do que a sua conta vai fazer. Produto, preço e capacidade de atendimento decidem o resultado de cada operação. A WM diz isso antes de começar, não depois.

Google Partner Meta Business Partner

Google Partner desde 2016 e Meta Business Partner, com certificação renovada todo ano. Credencial de plataforma não é garantia de resultado, é o que confirma domínio das ferramentas que a conta industrial exige.

Como a WM opera

Medir o pedido, não o formulário

Medição ruim não deixa a conta parada. Deixa a conta trabalhando contra você. Cada dia de sinal errado é mais um dia de aprendizado apontando para o contato que nunca vira pedido, comprado com a verba deste mês.

  1. Auditoria do rastreio antes da campanha

    Pixel, CAPI no servidor com deduplicação, GA4 e GTM. Se a conversão está duplicada ou faltando, mexer em segmentação só troca o formato do desperdício.

  2. Conversão marcada em cada etapa do funil

    Cotação pedida, orçamento enviado, pedido fechado. Sem esses degraus, a plataforma só enxerga o topo, e é por isso que ela persegue o lead que não compra.

  3. Google e Meta em papéis diferentes

    Busca colhe quem já chegou com a especificação na mão. Meta abre o mercado que ainda não sabe que você existe e segura a presença nas semanas de decisão. Cortar um dos dois não economiza verba. Só transfere o custo para o que sobrou.

  4. Leitura por receita, não por custo por lead

    O critério é pedido faturado por real investido, apurado no prazo do seu ciclo. Custo por lead é a métrica que mais engana diretoria de indústria: ela cai justamente quando a campanha começa a trazer quem não compra.

  5. As contas ficam no seu nome

    Tudo é criado dentro do Business Manager da fábrica: conta, pixel, públicos e o histórico de aprendizado, que é o ativo mais caro da operação. Encerrado o contrato, você continua com ele. Prender ativo de cliente não é modelo de negócio, é garantia contratual disfarçada, e obriga a agência a merecer o contrato todo mês.

A objeção que trava o contato

Qual a verba mínima?

Não existe piso, e o terceiro cartão acima existe para provar: aquela conta partiu de R$ 6,8 mil num mês. O teto de uma operação industrial não é o quanto ela investe, é o quanto ela consegue orçar e entregar. Uma fábrica com fila de cotação e prazo estourado que dobra a verba não dobra a receita. Dobra o número de compradores esperando resposta.

Ver se faz sentido para o seu caso

Perguntas de quem vende para indústria

Vocês atendem qualquer setor da indústria?

Sim, desde que a venda seja para outra empresa: revenda, distribuidor, integrador, especificador ou comprador industrial. Equipamento e máquinas, metalurgia e autopeças, embalagem, plástico e químico, alimentos e moveleiro são setores que já passaram pela WM, e o produto que sai da linha importa menos do que o modelo de venda. O que muda a estrutura de campanha é ciclo longo, orçamento sob consulta e decisão em comitê, e isso é igual em todos esses setores.

Minha venda é por orçamento, não tem preço no site. Anúncio funciona assim?

Funciona, e é o cenário mais comum na indústria. O anúncio não fecha a venda: ele traz o pedido de cotação certo e sustenta a presença durante as semanas de decisão. O que quebra esse tipo de conta é medição: sem rastrear o pedido de orçamento até virar pedido faturado, a plataforma otimiza para o lead mais barato, que costuma ser o curioso, o estudante e o concorrente pesquisando preço.

Meu ciclo de venda leva meses. Como se mede isso?

Medindo no prazo do seu ciclo, não no do dia seguinte. Isso exige rastreio server-side com deduplicação, conversão marcada em cada etapa (cotação pedida, orçamento enviado, pedido fechado) e leitura por receita, não por custo por lead. Conta industrial julgada por custo por lead premia o lead errado, porque o lead barato quase nunca é o comprador com verba aprovada.

Vocês assumem uma conta que já roda ou só começam do zero?

Conta em andamento é o caso mais frequente, e nem por isso o começo muda: antes de tocar em campanha, audita-se a medição. Em fábrica com verba rodando há mais de um ano, o achado quase sempre é o mesmo: evento contado duas vezes, etapa do funil que nunca foi marcada, importação de conversão sobreposta. A conta aprendeu com esse ruído por meses. Nada disso sai do seu Business Manager: o acesso é concedido, não transferido.

Vocês fazem conteúdo, social media ou assessoria de imprensa?

Não. A WM trabalha performance: tráfego pago, site e loja virtual, SEO técnico, automação com IA, N8N e catálogo digital com orçamento. Produção de conteúdo, gestão de redes, blog e assessoria não estão no escopo. Dizer o contrário para fechar contrato só adianta um problema que aparece no terceiro mês.

Existe verba mínima para uma fábrica trabalhar com a WM?

Não existe piso, e o número que prova isso está na página: uma das contas atendidas partiu de R$ 6,8 mil num mês. O que limita não é a verba, é a capacidade de responder o que a campanha traz. Fábrica que leva três dias para devolver um orçamento não precisa de mais investimento em mídia; precisa arrumar o comercial antes, senão a verba só aumenta a fila de cotação sem resposta.

O que exatamente vem no diagnóstico gratuito?

Você concede acesso de leitura e recebe um documento com quatro coisas: como a conta está estruturada por linha e por tipo de comprador, se o rastreio aguenta o seu ciclo de venda, quais eventos estão duplicados ou ausentes, e quanto da verba mensal vai para termo e público que não geram cotação. Não vai proposta anexada. Se você entregar o documento a outra agência para executar, ele continua valendo.

Próximo passo

Comece vendo o que a conta atual está perdendo

Acesso de leitura, e o documento volta com estrutura, rastreio e desperdício de verba apontados. Nenhuma proposta anexada, nenhuma reunião obrigatória.