Histórico: 10 anos
R$ 396 mi
gerados em receita para clientes. A maior parte disso veio de indústria, fabricantes e distribuidores de equipamento de academia.
Para a fábrica que vende por orçamento, não por preço na página: cotação, comitê, ciclo longo e ticket alto. Campanha montada para varejo não dá conta disso, a conta passa meses otimizando para o lead barato em vez do comprador que fecha pedido. A WM opera indústria com rastreio do clique até o pedido faturado, e com as contas de anúncio no seu nome.
A operação, em número
Receita gerada para clientes, nunca verba da agência.
Equipamento e máquinas, metalurgia e autopeças, embalagem, plástico e químico, alimentos e moveleiro. São setores que já passaram pela mesa da WM. O que define o público aqui não é o produto que sai da linha: é o modelo de venda. Quando a venda é para outra empresa, os problemas de mídia são os mesmos em todos eles.
É para você se
O que a WM não vende
Se a sua empresa não é indústria, o trabalho é o mesmo e a WM atende: tráfego pago, site, SEO, automação e catálogo valem para qualquer segmento. Muda o vocabulário da campanha, não a operação. Diga o seu caso no WhatsApp.
Google e Meta aprendem com o que você marca como conversão. Se a conversão marcada é "formulário enviado" e a venda só fecha noventa dias depois, a plataforma nunca vê o pedido faturado, e passa a perseguir quem preenche formulário com facilidade. Na indústria, isso é o estudante, o concorrente pesquisando preço e o comprador sem verba aprovada.
Entre o primeiro clique e o pedido faturado passam semanas, às vezes meses. A janela padrão da plataforma fecha muito antes, e o que ela aprende, aprende errado. A conta precisa ser medida no prazo do seu ciclo.
O comprador técnico quer ficha técnica e homologação. O financeiro quer condição e lote mínimo. A revenda quer margem e área definida. O usuário final quer assistência. Jogar os quatro na mesma campanha faz a plataforma escolher o mais barato de converter, que é sempre o que menos compra.
Feira do setor concentra decisão. Safra, obra e ciclo de reposição movem o pedido. Quem não antecipa isso compra mídia cara exatamente na semana em que todo mundo do segmento está comprando.
Competir por valor com importação direta é perder. O que fecha é prazo de entrega, assistência técnica no país, peça de reposição e frete, e isso precisa estar no anúncio e na página, não só na reunião com o representante.
Recebeu relatório com impressão, clique e alcance, não conseguiu ligar nada daquilo a um pedido faturado, e quando pediu acesso descobriu que a conta de anúncio estava no nome da agência. Faz sentido desconfiar do próximo número que aparecer na sua frente, inclusive dos que estão logo abaixo.
Então três perguntas primeiro. Elas valem para qualquer agência que você avaliar:
Se a resposta das duas primeiras é não, o problema não é o tamanho da verba, é rastreamento e posse dos ativos. É o que a WM arruma antes de mexer em campanha.
Não é discurso de especialização recém-montado. O volume que a WM já gerou vem, em sua maior parte, de quem fabrica e distribui equipamento, venda B2B, ciclo longo, ticket alto. É o mesmo problema que a sua fábrica tem.
Histórico: 10 anos
R$ 396 mi
gerados em receita para clientes. A maior parte disso veio de indústria, fabricantes e distribuidores de equipamento de academia.
Escala: dois clientes
R$ 4,8 milhões
por mês, somando duas contas que investem R$ 45 mil, com retorno de ~107x. É o recorte de duas contas, não o retrato da carteira inteira.
Verba menor: um cliente
R$ 800 mil
num mês, a partir de R$ 6,8 mil investidos, com retorno de ~118x. Não existe piso de verba para começar.
São números observados em contas reais, não projeção do que a sua conta vai fazer. Produto, preço e capacidade de atendimento decidem o resultado de cada operação. A WM diz isso antes de começar, não depois.
Google Partner desde 2016 e Meta Business Partner, com certificação renovada todo ano. Credencial de plataforma não é garantia de resultado, é o que confirma domínio das ferramentas que a conta industrial exige.
Medição ruim não deixa a conta parada. Deixa a conta trabalhando contra você. Cada dia de sinal errado é mais um dia de aprendizado apontando para o contato que nunca vira pedido, comprado com a verba deste mês.
Pixel, CAPI no servidor com deduplicação, GA4 e GTM. Se a conversão está duplicada ou faltando, mexer em segmentação só troca o formato do desperdício.
Cotação pedida, orçamento enviado, pedido fechado. Sem esses degraus, a plataforma só enxerga o topo, e é por isso que ela persegue o lead que não compra.
Busca colhe quem já chegou com a especificação na mão. Meta abre o mercado que ainda não sabe que você existe e segura a presença nas semanas de decisão. Cortar um dos dois não economiza verba. Só transfere o custo para o que sobrou.
O critério é pedido faturado por real investido, apurado no prazo do seu ciclo. Custo por lead é a métrica que mais engana diretoria de indústria: ela cai justamente quando a campanha começa a trazer quem não compra.
Tudo é criado dentro do Business Manager da fábrica: conta, pixel, públicos e o histórico de aprendizado, que é o ativo mais caro da operação. Encerrado o contrato, você continua com ele. Prender ativo de cliente não é modelo de negócio, é garantia contratual disfarçada, e obriga a agência a merecer o contrato todo mês.
Marketing para indústria não para no anúncio. Trazer o comprador e jogá-lo num site que é catálogo em PDF, com um formulário que ninguém responde, desperdiça a intenção mais cara que existe.
Google, Meta, TikTok e Waze: cada um no papel que faz sentido para venda B2B de ciclo longo.
Ver como a conta é montadaO comprador monta medida, material e quantidade e dispara a cotação. O pedido chega ao comercial já especificado, pronto para precificar.
Ver como o comprador cotaSite industrial que mostra linha, ficha técnica, aplicação e capacidade, e transforma visita em pedido de cotação.
Ver o que a página precisa terBusca industrial é técnica e de cauda longa: código, norma, medida, aplicação. Volume baixo por termo, intenção altíssima.
Ver como a busca industrial funcionaCotação que chega sexta à tarde e é respondida terça já foi para o concorrente. Triagem e resposta imediata.
Ver onde a cotação travaIntegrar o que a fábrica já usa: ERP, tabela de preço, tabela de frete, e-mail do comercial, sem trocar de sistema.
Ver o que dá para integrarNão existe piso, e o terceiro cartão acima existe para provar: aquela conta partiu de R$ 6,8 mil num mês. O teto de uma operação industrial não é o quanto ela investe, é o quanto ela consegue orçar e entregar. Uma fábrica com fila de cotação e prazo estourado que dobra a verba não dobra a receita. Dobra o número de compradores esperando resposta.
Sim, desde que a venda seja para outra empresa: revenda, distribuidor, integrador, especificador ou comprador industrial. Equipamento e máquinas, metalurgia e autopeças, embalagem, plástico e químico, alimentos e moveleiro são setores que já passaram pela WM, e o produto que sai da linha importa menos do que o modelo de venda. O que muda a estrutura de campanha é ciclo longo, orçamento sob consulta e decisão em comitê, e isso é igual em todos esses setores.
Funciona, e é o cenário mais comum na indústria. O anúncio não fecha a venda: ele traz o pedido de cotação certo e sustenta a presença durante as semanas de decisão. O que quebra esse tipo de conta é medição: sem rastrear o pedido de orçamento até virar pedido faturado, a plataforma otimiza para o lead mais barato, que costuma ser o curioso, o estudante e o concorrente pesquisando preço.
Medindo no prazo do seu ciclo, não no do dia seguinte. Isso exige rastreio server-side com deduplicação, conversão marcada em cada etapa (cotação pedida, orçamento enviado, pedido fechado) e leitura por receita, não por custo por lead. Conta industrial julgada por custo por lead premia o lead errado, porque o lead barato quase nunca é o comprador com verba aprovada.
Conta em andamento é o caso mais frequente, e nem por isso o começo muda: antes de tocar em campanha, audita-se a medição. Em fábrica com verba rodando há mais de um ano, o achado quase sempre é o mesmo: evento contado duas vezes, etapa do funil que nunca foi marcada, importação de conversão sobreposta. A conta aprendeu com esse ruído por meses. Nada disso sai do seu Business Manager: o acesso é concedido, não transferido.
Não. A WM trabalha performance: tráfego pago, site e loja virtual, SEO técnico, automação com IA, N8N e catálogo digital com orçamento. Produção de conteúdo, gestão de redes, blog e assessoria não estão no escopo. Dizer o contrário para fechar contrato só adianta um problema que aparece no terceiro mês.
Não existe piso, e o número que prova isso está na página: uma das contas atendidas partiu de R$ 6,8 mil num mês. O que limita não é a verba, é a capacidade de responder o que a campanha traz. Fábrica que leva três dias para devolver um orçamento não precisa de mais investimento em mídia; precisa arrumar o comercial antes, senão a verba só aumenta a fila de cotação sem resposta.
Você concede acesso de leitura e recebe um documento com quatro coisas: como a conta está estruturada por linha e por tipo de comprador, se o rastreio aguenta o seu ciclo de venda, quais eventos estão duplicados ou ausentes, e quanto da verba mensal vai para termo e público que não geram cotação. Não vai proposta anexada. Se você entregar o documento a outra agência para executar, ele continua valendo.
Acesso de leitura, e o documento volta com estrutura, rastreio e desperdício de verba apontados. Nenhuma proposta anexada, nenhuma reunião obrigatória.