O catálogo em que o comprador especifica o pedido sozinho
Na indústria, o comprador sabe o que quer: medida, material, acabamento, quantidade. O que ele não consegue é dizer isso sem escrever um e-mail e esperar dois dias. O Catálogo Inteligente deixa ele configurar e pedir a cotação na hora, e o seu comercial recebe um pedido já especificado.
O que ele entrega
- Catálogo público, rápido e indexável
- Configuração por medida, material, acabamento e quantidade
- Pedido de orçamento com a especificação junto
- Cada campanha medida por cotação, não por formulário
Trabalha com preço aberto ou orçamento sob consulta.
O pedido de cotação morre na espera
O comprador acha a sua fábrica, encontra o PDF de catálogo, não identifica o código do item que precisa e manda um e-mail perguntando. O e-mail cai numa caixa compartilhada na sexta à tarde. Na terça, alguém pede a especificação que faltava. Na quinta, sai o orçamento.
Nesse intervalo o comprador já pediu para mais dois fornecedores, e quem respondeu primeiro virou a referência de preço e prazo da negociação. A venda não se perdeu na proposta: perdeu-se na demora entre a intenção e o número.
Um catálogo que aceita especificação, não só uma vitrine
A diferença para um catálogo comum é uma só: aqui o comprador monta o item do jeito que a sua engenharia permite, e o pedido de orçamento sai com tudo dentro.
Variação encadeada
Medida, material, acabamento, capacidade, tensão, quantidade e lote mínimo. Escolher uma opção restringe as seguintes, como a sua ficha técnica já define: o comprador não consegue montar o que a fábrica não produz.
Cotação com a especificação junto
O comercial não recebe 'gostaria de um orçamento'. Recebe o item, a variação, a quantidade, o prazo desejado e os dados da empresa: pronto para precificar.
Ficha técnica no lugar certo
Desenho, medida, norma, certificação e aplicação ficam na página do item, indexáveis. É isso que o comprador técnico procura antes de pedir preço, e é o que o PDF esconde.
Ligado ao que a fábrica já usa
Tabela de preço, saldo e cadastro podem vir do ERP quando existe integração, ou de planilha quando não existe. Sem trocar de sistema para começar.
Do clique ao pedido especificado
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A linha entra estruturada
Família, item, variação, ficha técnica e regra de combinação. Esta é a etapa que dá trabalho e é a que faz o resto funcionar: catálogo mal estruturado só transporta a confusão do PDF para a tela.
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O comprador configura
Ele escolhe medida, material, acabamento e quantidade. Se a combinação não existe, não aparece. Se há lote mínimo, ele vê antes de pedir.
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Pede a cotação na hora
Com preço aberto, o valor sai na tela. Com orçamento sob consulta, sai o prazo de resposta e o pedido segue para o comercial com a especificação completa.
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O comercial recebe pronto para precificar
Sem a ida e volta de três e-mails perguntando medida e quantidade. O vendedor entra na parte que é venda: condição, prazo, frete e fechamento.
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A campanha passa a ser medida por cotação
Cada pedido de orçamento vira conversão rastreada, com o item que foi configurado. É o sinal que faz Google e Meta pararem de perseguir o lead barato.
Onde o catálogo paga, e onde ele não resolve
Paga rápido quando
- A linha tem muitas variações e o comprador se perde no PDF.
- A venda é sob orçamento e o tempo de resposta é o gargalo.
- Existe recompra de linha e o cliente pede sempre o mesmo item.
- Há revenda e distribuidor pedindo cotação por canais diferentes.
- Já existe verba em anúncio e o destino hoje é uma página de contato.
Não resolve quando
- Cada item é projeto sob medida, sem nenhuma regra de combinação.
- A fábrica não tem quem responda a cotação que vai chegar mais rápido.
- A linha muda de especificação toda semana e ninguém mantém o cadastro.
- O problema real é preço fora de mercado. Catálogo não conserta isso.
A quarta linha da direita é a que mais aparece. Encurtar o caminho até a cotação aumenta o volume de pedido: se o comercial já não dá conta do que chega hoje, o catálogo antecipa o problema em vez de criar um.
O anúncio traz o comprador. O catálogo captura a especificação.
Separados, os dois funcionam pela metade: campanha mandando tráfego para página de contato desperdiça intenção, e catálogo sem tráfego espera o comprador aparecer sozinho.
Tráfego Pago
Google e Meta em papéis diferentes, com o pedido de orçamento como conversão medida.
Ver como funcionaAutomação & IA
Triagem e resposta imediata da cotação que chegar fora do horário comercial.
Ver como funcionaN8N
Integração com ERP, tabela de preço e tabela de frete, sem trocar de sistema.
Ver como funcionaPerguntas de quem vende por catálogo
Preciso publicar meu preço para usar o catálogo?
Não. É a dúvida mais comum da indústria, e a resposta muda por linha. O catálogo trabalha nos dois modos: preço aberto, quando o item é padronizado e a tabela é pública; ou orçamento fechado, em que o comprador configura tudo, recebe prazo e condição, e o valor sai só na cotação que o comercial aprova. O ganho não depende de mostrar preço. Depende de o pedido chegar especificado.
Minha linha tem centenas de variações. Isso cabe num catálogo?
Variação é justamente onde o catálogo paga. Medida, material, acabamento, tensão, capacidade, quantidade e lote mínimo viram opções encadeadas: escolher uma restringe as outras, do jeito que a sua engenharia já define. É o oposto do PDF de 180 páginas, em que o comprador não acha o item e liga para perguntar.
Como isso muda o trabalho do meu vendedor ou representante?
Ele para de gastar a manhã transcrevendo pedido de cotação de e-mail e WhatsApp para planilha. A configuração chega pronta: item, variação, quantidade, prazo desejado, dados da empresa, e o trabalho dele volta a ser negociar condição e fechar. Não substitui vendedor: tira do vendedor a parte que não é venda.
Serve para vender pelo catálogo ou só para gerar orçamento?
Os dois. Para item padronizado e recompra de linha, o catálogo pode fechar o pedido direto. Para item configurado, ticket alto ou negociação de lote, ele para no pedido de orçamento, que é onde a venda industrial realmente acontece. Forçar checkout onde a venda é negociada só afasta comprador.
Dá para integrar com o ERP e a tabela de preço que já usamos?
Dá, e é o caminho recomendado quando existe API ou exportação. Tabela de preço, saldo, prazo e cadastro de cliente podem vir do que a fábrica já usa, sem trocar de sistema. Quando não existe integração possível, o catálogo trabalha com atualização por planilha. Essa parte costuma ser feita com N8N.
Como o catálogo conversa com os anúncios?
É o par natural. O anúncio traz o comprador com intenção; mandá-lo para uma página de contato desperdiça a intenção mais cara que existe. Levando para o catálogo, cada campanha passa a ser medida por pedido de orçamento especificado, não por formulário preenchido, e a plataforma finalmente aprende com o sinal certo.
Mostre a sua linha e veja se ela cabe num catálogo configurável
Mande o catálogo atual: PDF, planilha ou site, e a WM devolve como a estrutura de variação ficaria e o que muda no fluxo de cotação. Sem proposta junto.