Site de indústria que o comprador consegue usar
O site da maior parte das fábricas é um catálogo em PDF pendurado numa página institucional, com um formulário genérico no fim. O comprador técnico abre, não acha a medida que precisa, fecha e liga para o concorrente. Não é questão de design, é a informação que decide a compra estar ausente.
O que a página precisa entregar
- Linha e família de produto navegáveis
- Ficha técnica, medida, norma e certificação
- Aplicação, capacidade produtiva e prazo
- Caminho curto até o pedido de cotação
Sem redesenho de marca e sem produção de conteúdo.
Trinta segundos para provar que você atende à especificação
O comprador industrial chega ao seu site com um problema definido: uma medida, uma norma, uma capacidade, um prazo. Ele não está navegando. Está verificando. Se em trinta segundos não encontrar o dado que confirma que a sua fábrica atende, ele volta para a busca e abre o próximo resultado.
É por isso que site industrial bonito converte tão mal: a página de abertura fala de missão e visão, e o dado que decide a compra está dentro de um PDF de quarenta páginas que o Google não lê e o celular não abre direito.
O que muda num site feito para venda B2B industrial
Página por família e por item
Cada linha e cada item com endereço próprio, para ser encontrado na busca por código, medida ou aplicação. Catálogo dentro de PDF não existe para o Google e não existe para o comprador com pressa.
Ficha técnica em HTML, não em anexo
Medida, material, tolerância, norma, certificação e desenho na própria página. O PDF continua disponível para download, mas deixa de ser o único lugar onde a informação existe.
Capacidade produtiva declarada
Lote mínimo, prazo médio, capacidade mensal e área de atendimento. É o que separa a fábrica que consegue atender do concorrente que aceita o pedido e atrasa a entrega.
Aplicação, não só especificação
Onde aquele item é usado, em que setor, resolvendo o quê. É por aplicação que boa parte do comprador procura quando ainda não sabe o nome técnico do que precisa.
Caminho curto até a cotação
O pedido de orçamento sai da página do item, com a especificação junto. Formulário genérico de contato no rodapé é o que produz o lead que ninguém consegue responder.
Rápido e medido
Site industrial carrega imagem pesada e PDF grande. Velocidade, versão para celular e rastreio de conversão são parte da entrega, não item extra, sem isso a verba de mídia chega numa página que não aguenta.
Do catálogo atual ao site que recebe tráfego
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Levantamento da linha
Catálogo, tabela de código, ficha técnica e o que o comercial mais explica no telefone. É esse material que define a arquitetura do site, não um layout pronto.
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Arquitetura por família, item e aplicação
Definição de quantas páginas existem, o que cada uma carrega e como o comprador chega a cada uma delas em dois cliques.
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Construção com a informação no HTML
Ficha técnica, medida, norma e certificação na página. Anexo continua existindo, mas para de ser o único lugar onde o dado mora.
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Redirecionamento do que já rankeia
URL antiga que já tem posição é mapeada e redirecionada antes da troca. É a etapa que mais se pula e a que mais custa tráfego.
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Rastreio ligado antes de publicar
Conversão de pedido de cotação, GA4 e GTM configurados no ar desde o primeiro dia. Site novo sem medição gera o mês de dado que nunca volta.
O site sozinho não traz o comprador
Catálogo Inteligente
Quando a linha tem muita variação, o comprador configura o item e o pedido chega especificado.
Ver como funcionaSEO
Página de item e de aplicação são o ativo orgânico da fábrica. É o que faz a busca técnica encontrar você.
Ver como funcionaTráfego Pago
Verba de mídia chegando numa página que responde a especificação, não numa home institucional.
Ver como funcionaPerguntas sobre site de indústria
Meu site é recente e bonito, mas não gera cotação. Por quê?
Quase sempre porque ele foi feito para a diretoria aprovar, não para o comprador usar. Fica bonito na tela de abertura e não responde o que decide a compra: medida, material, norma, capacidade produtiva, prazo e lote mínimo. O comprador técnico não quer institucional, ele quer verificar se o seu produto atende à especificação dele, e quer isso em menos de um minuto.
Vocês fazem loja virtual para indústria?
Fazemos, quando o modelo de venda sustenta. Item padronizado, recompra de linha e peça de reposição vendem bem em loja virtual, inclusive com tabela por tipo de cliente. Item configurado e negociação de lote não terminam em checkout. Terminam em pedido de orçamento especificado, e forçar carrinho ali afasta comprador.
Preciso publicar preço?
Não. Orçamento sob consulta é o padrão da indústria e funciona, desde que a página deixe claro o que substitui o preço: prazo de resposta, faixa de lote, condição de frete e o que o comprador precisa informar para receber a cotação. O que trava a venda não é a ausência de preço, é a ausência de previsibilidade.
A WM escreve o conteúdo técnico das páginas?
Não. Produção de conteúdo não está no escopo da WM, e ficha técnica de produto industrial precisa sair da sua engenharia de qualquer forma. O que a agência faz é definir a estrutura, dizer exatamente que informação cada página precisa carregar e montar tudo isso num site que o comprador e o Google entendam.
O site novo aproveita o que já existe?
Aproveita o que vale: catálogo, ficha técnica, foto de produto, foto de linha, certificação e histórico de URL que já tem posição no Google. Redirecionamento mal feito na troca de site é uma das formas mais rápidas de perder tráfego que levou anos para aparecer, e essa parte é tratada antes de publicar.
Vocês refazem a marca da fábrica junto?
Não. Identidade de marca, naming e material impresso não estão no escopo. O site é construído com a marca que a fábrica já tem.
Mande o site atual e veja o que o comprador não encontra
A WM devolve por escrito o que falta na estrutura para a página responder à especificação e gerar pedido de cotação. Sem proposta junto.