Google Ads para indústria: o comprador digita o código da peça, não o nome do produto
O comprador industrial não pesquisa por termo genérico. Ele digita a medida, o código da peça, a norma e a aplicação: poucas buscas por mês, e cada uma valendo um pedido de orçamento. Busca é o caminho mais curto entre a sua fábrica e quem já decidiu comprar.
O que se opera aqui
- Busca por termo técnico, código e norma
- Negativação disciplinada, semana a semana
- Campanha em termo de concorrente, quando compensa
- Conversão no pedido de cotação, não no clique
Parceiro Google desde 2016.
Volume baixo por termo, intenção altíssima por busca
É o oposto do varejo. Quem vem do e-commerce olha o planejador de palavras, vê quarenta buscas por mês num termo e conclui que o canal não serve. Na indústria, aquelas quarenta buscas são quarenta compradores especificando produto, e uma delas pode pagar o ano.
A busca é técnica
Medida, material, código de peça, norma, tensão, capacidade, aplicação e equivalência. A estrutura de campanha nasce do vocabulário da sua engenharia e do seu catálogo, não de uma lista genérica de palavras do setor.
Negativação é trabalho contínuo
Termo industrial colide com termo acadêmico, vaga de emprego e consumidor final querendo consertar algo em casa. Sem revisão semanal do relatório de termos, a verba escorre para esses três antes do segundo mês.
Termo de concorrente, com página que sustenta
Funciona na indústria, desde que a página dê motivo real de troca: prazo de entrega, assistência no país, disponibilidade, equivalência técnica. Sem isso é clique caro comprado para uma comparação que a sua página perde.
Raio e região que respeitam o canal
Se a venda é por representante com área definida, a campanha respeita a área. Separar captação de revenda, venda direta e reposição evita que o anúncio entregue ao representante um cliente que já é dele.
Da lista de termos ao pedido de orçamento medido
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Levantamento no vocabulário da fábrica
Catálogo, ficha técnica, tabela de código e o que o comercial mais ouve no telefone. É daí que sai a lista real de termos, não do que a agência acha que o setor pesquisa.
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Estrutura por família e por intenção
Campanha separada por linha de produto e por tipo de comprador. Misturar linha de alto ticket com item de reposição na mesma campanha faz o orçamento migrar para o clique mais barato.
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Conversão certa antes de escalar
Pedido de cotação com especificação é a conversão principal. Contato genérico é secundário. Enquanto o sinal principal não estiver limpo, a verba não sobe.
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Negativação e leitura de termos semanal
O relatório de termos de pesquisa é lido toda semana no começo. É a rotina mais chata da operação e a que mais devolve verba.
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Leitura por receita e por linha
Qual família de produto trouxe pedido, com que custo e em que prazo. É o relatório que decide onde a verba do mês seguinte vai.
O Google pega quem já procura. Ele não cria demanda sozinho.
Numa fábrica B2B, o volume de busca é limitado pelo tamanho do mercado que já sabe que precisa do seu produto. Chega um ponto em que aumentar a verba no Google só encarece o mesmo clique, e é aí que a conta precisa da camada que gera demanda em quem ainda não procurou, e que sustenta a presença durante as semanas de decisão.
Cada um faz um trabalho diferente na conta industrial
Tráfego Pago
Como a conta é montada para ciclo longo, compra em comitê e orçamento sob consulta.
Ver visão geralMeta Ads
Gera demanda em quem ainda não procurou e mantém a fábrica presente durante o ciclo de decisão.
Ver páginaTikTok Ads
Processo e máquina em vídeo, para reconhecimento. Canal secundário na indústria, e a página diz isso.
Ver páginaWaze Ads
Para fábrica com loja, showroom ou balcão de peças. Sem visita no endereço, não serve.
Ver páginaPerguntas sobre Google Ads na indústria
Meu produto é muito específico. Alguém procura isso no Google?
Procura, e é exatamente por isso que o canal funciona na indústria. O comprador não digita termo genérico: ele digita a medida, o código da peça, a norma, o material e a aplicação. O volume por termo é baixo, às vezes dezenas de buscas por mês, e a intenção é altíssima, porque quem digita "vedação NBR 300mm" está especificando compra, não pesquisando curiosidade.
Vale a pena anunciar no nome do concorrente?
Costuma valer na indústria, com duas ressalvas. A marca do concorrente não pode aparecer no texto do anúncio, e a página de destino precisa dar um motivo real de comparação: prazo, assistência, disponibilidade em estoque, equivalência técnica. Anúncio em termo de concorrente que leva para uma home genérica paga caro e não converte.
O que mais desperdiça verba numa conta industrial no Google?
Correspondência ampla sem lista de negativação. Termo industrial se parece com termo acadêmico, com termo de emprego e com termo de consumidor final: quem vende motorredutor recebe clique de estudante procurando trabalho de faculdade, de candidato a vaga e de pessoa querendo consertar o portão de casa. Sem negativação disciplinada, boa parte da verba vai para esses três.
Performance Max funciona para indústria?
Funciona quando a conta já tem sinal de conversão confiável e um catálogo ou conjunto de páginas de produto para alimentar. Sem isso, ela vira uma caixa preta que consome a verba nos públicos mais baratos. Em conta industrial nova, o caminho é começar por Busca, construir o histórico de conversão certo e só então avaliar PMax.
Preciso ter preço no site para anunciar no Google?
Não. A maior parte da indústria trabalha com orçamento sob consulta e isso não impede o canal. Muda o que se pede na página. Em vez de checkout, o destino é pedido de cotação com especificação. O que atrapalha de verdade é a página não responder o que o comprador técnico veio verificar: medida, material, norma, prazo e capacidade.
Veja quanto da sua verba de busca está indo para termo errado
Com acesso de leitura, a WM analisa estrutura, correspondência de termo, negativação e rastreio, e devolve por escrito onde está o desperdício.